Quando você se volta para o interior, entra em contato com um novo tipo de silêncio - a própria presença do silêncio. Não é só uma ausência de ruido. é algo absolutamente positivo, quase visível, tangível - e essa é a diferença.
O silêncio exterior pod ser perturbado a qualquer momento, o silencio interior nunca. Nenhum ruido consegue penetrar. Depois de experimentá-lo você continua silencioso, mesmo na cidade. Na superfície porde estar envolvido em atividades, trabalhando; mas lá no fundo, tudo é silencioso. Nada o perturba, nada o distrai, você fica enraizado no silêncio.
Monges, freiras e frades podem se enclausurar em seus monastérios esperando encontrar o silêncio, e realmente conseguem. Mas só o silencio exterior não basta.
O verdadeiro silêncio só pode ser encontrado quando você se volta para o interior. Ele está ali mesmo na sua própria interioridade. Portanto, tem profundidade e alturas infinitas. É incomensurável. e conhece-lo é conhecer tudo.
Existem poucas pessoas que gostam do silencio e mesmo aquelas que gostam dele não conseguem ficar nele por muito tempo - procurar logo alguma coisa para fazer, alguma diversão, alguma distração, alguma ocupação. Tem emdo do silêncio porque, quanto mais silencioso você fica, mais você desparaece.
Você é ruído porque a sua mente é ruído. O seu ego é ruído.
São pessoas assim, que desejam conhecer o silêncio, mas quando ele vem procurar algo para fazer, que anseiam pela imortalidade. Basta pensar: se realmente fossem imortais, o que fariam? As pessoas falam de coisas bonitas, sem nem saber o que estão dizendo. Nem sabem o que fazer num dia de folga!
Mas quanto mais se ama o silêncio, mais se ama a existencia.
A meditação é a arte de voltar-se para o interior, e amar o silêncio é o objetivo da busca. A busca pode ser definida como um grande amor pelo silêncio.
TARO ZEN DE OSHO
5.2.10
25.1.10
Meditação do Cigarro
Um homem veio a mim. Ele sofria do vício de fumar há trinta anos; ele estava doente e os médicos disseram: "Você nunca ficará bom se não parar de fumar." Ele era um fumante crônico e não conseguia parar. Mas ele tentou, tentou arduamente e sofreu muito tentando. Conseguia por um ou dois dias, mas então a necessidade de fumar vinha tão forte que simplesmente o vencia. Novamente ele caía no mesmo esquema.
Por causa disso, ele perdeu toda a autoconfiança; sabia que não podia fazer nem essa pequena coisa: parar de fumar. Ele se desvalorizou diante de si mesmo; considerava-se a pessoa mais sem valor do mundo. Não tinha mais respeito por si mesmo. E assim, ele veio a mim.
Ele disse: "O que posso fazer? Como posso parar de fumar?"
Eu lhe disse: "Você tem que entender. Agora, fumar não é apenas uma questão de decisão. É algo que já entrou no seu mundo de hábitos; já se enraizou. Trinta anos é um longo tempo. Esse hábito tem raízes no seu corpo, na sua química, espalhou-se em você. Não é mais apenas uma questão de decidir com a cabeça; sua cabeça não pode fazer nada. Ela é impotente; pode começar coisas, mas não pode pará-las facilmente. Uma vez que você começou e praticou por tanto tempo, você é um grande iogue - trinta anos de prática em fumar! Já se tornou automático; você tem que desautomatizar isso."
Ele perguntou: "O que você quer dizer por desautomatizar?"
É nisto que consiste toda a meditação: na desautomatização.
Eu lhe disse: "Faça uma coisa: esqueça tudo sobre parar de fumar. Não há necessidade. Por trinta anos você fumou e viveu; é claro que foi um sofrimento, mas você se acostumou a ele também. E o que importa se você morrer algumas horas antes do que morreria sem fumar? O que você vai fazer aqui? O que você fez? Então, qual a importância em morrer na segunda, na terça ou no domingo, neste ou naquele ano - que importa?"
Ele disse: "Sim, isso é verdade; não importa".
Então eu disse: "Esqueça tudo sobre parar de fumar; não vamos parar absolutamente. Ou melhor, vamos compreender isso. Assim, da próxima vez, faça do fumar uma meditação".Ele disse: "Do fumar uma meditação?"
Eu disse: "Sim. Se as pessoas zen podem fazer do beber chá uma meditação, uma cerimônia, por que não com o cigarro? Fumar também pode ser uma bela meditação".
Ele ficou impressionado e disse: "O que você está dizendo? Meditação? Conte-me - nem posso esperar!"
Então dei a meditação para ele: "Faça uma coisa. Quando pegar o maço de cigarros do seu bolso, pegue-o bem lentamente. Curta, não há pressa. Fique consciente, alerta, atento; pegue lentamente com atenção total. Então, tire um cigarro do maço com toda a atenção, lentamente, não da velha maneira apressada, inconsciente, mecânica. Depois, comece a bater o cigarro no maço, atentamente. Escute o som, como fazem as pessoas zen quando o samovar começa a cantar e o chá começa a ferver... e o aroma... Então cheire o cigarro e sinta sua beleza..."
O homem disse: "O que você está dizendo? A beleza?"
"Sim, ele é belo. O tabaco é tão divino quanto qualquer outra coisa. Cheire-o; é o cheiro de Deus".
O homem ficou um pouco surpreso: "O que! Você está brincando?"
"Não, não estou brincando. Mesmo quando brinco, não brinco. Sou muito sério."Então, ponha o cigarro na boca, com toda a atenção, e acenda-o. Curta cada ato, cada pequeno ato e divida-o em muitos pequenos atos para que você possa tornar-se o mais alerta possível.
Dê a primeira tragada: Deus em forma de fumaça. Os hindus dizem, "Annam Brahm" - "Comida é Deus". Por que não a fumaça? Tudo é Deus. Encha profundamente seus pulmões - isto é pranayam. Estou lhe dando uma nova ioga para um novo tempo! Depois, solte a fumaça, relaxe; dê outra tragada - e faça tudo bem devagar...Se você puder fazer isso. ficará surpreso; logo verá toda a estupidez disso. Não porque os outros estão lhe dizendo que é estúpido, que é ruim. Você o verá; e não apenas intelectualmente, mas a partir de seu ser total; será uma visão da sua totalidade. E então, um dia, se o vício desaparecer, desapareceu; se continuar, continuou. Você não tem que se preocupar com isso."
Depois de três meses, o homem voltou e disse: "Ele desapareceu!""Agora, eu disse, tente isso com outras coisas também".
Este é o segredo, o segredo: desautomatizar. Andando, ande devagar, atentamente. Olhando, olhe cuidadosamente e você verá que as árvores estão mais verdes do que nunca e as rosas estão mais rosas do que nunca. Escute! Alguém está falando, sussurrando: ouça atentamente. Quando você falar, fale atentamente. Deixe que toda a sua atividade de despertar torne-se desautomatizada.
Osho, em "O Livro Orange"
Por causa disso, ele perdeu toda a autoconfiança; sabia que não podia fazer nem essa pequena coisa: parar de fumar. Ele se desvalorizou diante de si mesmo; considerava-se a pessoa mais sem valor do mundo. Não tinha mais respeito por si mesmo. E assim, ele veio a mim.
Ele disse: "O que posso fazer? Como posso parar de fumar?"
Eu lhe disse: "Você tem que entender. Agora, fumar não é apenas uma questão de decisão. É algo que já entrou no seu mundo de hábitos; já se enraizou. Trinta anos é um longo tempo. Esse hábito tem raízes no seu corpo, na sua química, espalhou-se em você. Não é mais apenas uma questão de decidir com a cabeça; sua cabeça não pode fazer nada. Ela é impotente; pode começar coisas, mas não pode pará-las facilmente. Uma vez que você começou e praticou por tanto tempo, você é um grande iogue - trinta anos de prática em fumar! Já se tornou automático; você tem que desautomatizar isso."
Ele perguntou: "O que você quer dizer por desautomatizar?"
É nisto que consiste toda a meditação: na desautomatização.
Eu lhe disse: "Faça uma coisa: esqueça tudo sobre parar de fumar. Não há necessidade. Por trinta anos você fumou e viveu; é claro que foi um sofrimento, mas você se acostumou a ele também. E o que importa se você morrer algumas horas antes do que morreria sem fumar? O que você vai fazer aqui? O que você fez? Então, qual a importância em morrer na segunda, na terça ou no domingo, neste ou naquele ano - que importa?"
Ele disse: "Sim, isso é verdade; não importa".
Então eu disse: "Esqueça tudo sobre parar de fumar; não vamos parar absolutamente. Ou melhor, vamos compreender isso. Assim, da próxima vez, faça do fumar uma meditação".Ele disse: "Do fumar uma meditação?"
Eu disse: "Sim. Se as pessoas zen podem fazer do beber chá uma meditação, uma cerimônia, por que não com o cigarro? Fumar também pode ser uma bela meditação".
Ele ficou impressionado e disse: "O que você está dizendo? Meditação? Conte-me - nem posso esperar!"
Então dei a meditação para ele: "Faça uma coisa. Quando pegar o maço de cigarros do seu bolso, pegue-o bem lentamente. Curta, não há pressa. Fique consciente, alerta, atento; pegue lentamente com atenção total. Então, tire um cigarro do maço com toda a atenção, lentamente, não da velha maneira apressada, inconsciente, mecânica. Depois, comece a bater o cigarro no maço, atentamente. Escute o som, como fazem as pessoas zen quando o samovar começa a cantar e o chá começa a ferver... e o aroma... Então cheire o cigarro e sinta sua beleza..."
O homem disse: "O que você está dizendo? A beleza?"
"Sim, ele é belo. O tabaco é tão divino quanto qualquer outra coisa. Cheire-o; é o cheiro de Deus".
O homem ficou um pouco surpreso: "O que! Você está brincando?"
"Não, não estou brincando. Mesmo quando brinco, não brinco. Sou muito sério."Então, ponha o cigarro na boca, com toda a atenção, e acenda-o. Curta cada ato, cada pequeno ato e divida-o em muitos pequenos atos para que você possa tornar-se o mais alerta possível.
Dê a primeira tragada: Deus em forma de fumaça. Os hindus dizem, "Annam Brahm" - "Comida é Deus". Por que não a fumaça? Tudo é Deus. Encha profundamente seus pulmões - isto é pranayam. Estou lhe dando uma nova ioga para um novo tempo! Depois, solte a fumaça, relaxe; dê outra tragada - e faça tudo bem devagar...Se você puder fazer isso. ficará surpreso; logo verá toda a estupidez disso. Não porque os outros estão lhe dizendo que é estúpido, que é ruim. Você o verá; e não apenas intelectualmente, mas a partir de seu ser total; será uma visão da sua totalidade. E então, um dia, se o vício desaparecer, desapareceu; se continuar, continuou. Você não tem que se preocupar com isso."
Depois de três meses, o homem voltou e disse: "Ele desapareceu!""Agora, eu disse, tente isso com outras coisas também".
Este é o segredo, o segredo: desautomatizar. Andando, ande devagar, atentamente. Olhando, olhe cuidadosamente e você verá que as árvores estão mais verdes do que nunca e as rosas estão mais rosas do que nunca. Escute! Alguém está falando, sussurrando: ouça atentamente. Quando você falar, fale atentamente. Deixe que toda a sua atividade de despertar torne-se desautomatizada.
Osho, em "O Livro Orange"
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17.1.10
CLUBE DA LUTA
"As coisas que você possui, acabam possuindo você." "Apenas depois que você perder tudo é que você esta livre para fazer qualquer coisa."
"Você não é o seu emprego. Você não é quanto dinheiro você tem no banco. Você não é o carro que você dirige. Você não é o conteúdo da sua carteira. Você não é as calças cáqui que veste. Você é toda merda ambulante do mundo."
"Escutem aqui, vermes. Vocês não são especiais. Vocês não são um belo ou único floco de neve. Vocês são feitos da mesma matéria orgânica em decomposiçao como tudo no mundo."
"Aviso: Se você está lendo isso, então isto é para você. Cada segundo perdido lendo este texto inútil é outro segundo a menos da sua vida. Você não tem outras coisas para fazer? A sua vida é tão vazia que você honestamente não consegue pensar numa maneira melhor de vive-la? Ou você fica tão impressionado com a autoridade daqueles que a exercem sobre você? Você lê tudo o que deveria ler? Você pensa tudo o que deveria pensar? Compra tudo o que lhe dizem pra comprar? Saia do seu apartamento. Encontre alguem do sexo oposto. Pare de comprar tanto e se masturbar tanto. Peça demissão. Comece a brigar. Prove que está vivo. Se você não fizer valer pelo seu lado humano você se tornará apenas mais um numero. Você foi avisado."
"Trabalhamos em empregos que odiamos para comprar porcarias que não precisamos"
"Nós não temos uma Grande Guerra. Nem uma Grande Depressão. Nossa Grande Guerra é a guerra espiritual... nossa Grande Depressão é nossas vidas. Todos nós fomos criados vendo televisão para acreditar que um dia seríamos milionários, e deuses do cinema, e estrelas do rock. Mas nós não somos. Aos poucos vamos tomando consciência disso. E estamos muito, muito revoltados."
"Esta é sua vida e ela está acabando a cada minuto."
"E então, algo aconteceu. Eu deixei pra lá. Perdido no esquecimento. Escuro e silencioso e completo. Eu encontrei a liberdade. Perder todas as esperanças era liberdade."
14.1.10
31.12.09
Não se apegar nem à verdade
Texto extraído do livro"Budismo: Psicologia do Autoconhecimento"de Georges da Silva e Rita Homenko.
Buda ensinou que estar apegado a uma coisa, "sob um ponto de vista", e desprezar outras coisas, "outros pontos de vista", chama-se vínculo.
Certa vez, Buda explicou a seus discípulos a doutrina de causa e efeito, e eles disseram que a viam e a compreendiam claramente.
Então disse:
— Ó bhikkhus, esse ensinamento, que compreendeis de uma maneira tão pura e clara, se vos apegais a de e o guardais como a um tesouro, então não compreendeis que o ensinamento é semelhante a uma jangada que é feita para um determinado fim, e não para ser continuamente carregada às costas.
E, assim, deu o seguinte exemplo:
— Um homem, viajando, chega à margem perigosa e assustadora de um rio de vasta extensão de água. Então vê que a outra margem é segura e livre de perigo. Pensa: "Esta extensão de água é vasta e esta margem é perigosa, aquela é segura e livre de perigo. Não há embarcação nem ponte com que eu possa atravessar. Acho que seria bom juntar troncos, ramos e folhas e fazer uma jangada com a qual, impulsionada por minhas mãos e meus pés, passe com segurança à outra margem." Então esse homem executa o que imagina, utilizando-se de suas mãos e seus pés, e passa para a margem oposta sem perigo. Tendo alcançado a margem oposta, ele pensa: "Esta jangada me foi muito útil e me permitiu chegar a esta margem. Seria bom carregá-la à cabeça ou às costas onde quer que eu vá."
— Que pensais, bhikkhus? Procedendo dessa forma, esse homem agiria adequadamente em relação à jangada?
— Não, Senhor! — responderam os bhikkhus.
— Como agiria ele adequadamente em relação à jangada? Tendo atravessado para a outra margem, esse homem deveria pensar: "Esta jangada me foi de grande auxilio e graças a ela cheguei com segurança; agora seria bom que eu a abandonasse à sua sorte e seguisse o meu caminho livremente."
Assim, lembrou aos monges, contra um dogmatismo excessivo: "A doutrina se assemelha à jangada; deve ser considerada não como um fim, mas como um meio; da mesma forma, a jangada é um meio para atravessar, mas não para se apegar." (Majjhima-Nikaya)
Com esta parábola ficou claro que Gautama Buda era um instrutor prático; só ensinava o que era útil e o que poderia trazer paz e felicidade ao homem, não dando atenção à especulação intelectual. Achava indispensável ter um ponto de vista não egocêntrico e impessoal, único capaz, aos seus olhos, de amenizar os inevitáveis sofrimentos da vida.
Texto extraído do livro"Budismo: Psicologia do Autoconhecimento"de Georges da Silva e Rita Homenko.
Buda ensinou que estar apegado a uma coisa, "sob um ponto de vista", e desprezar outras coisas, "outros pontos de vista", chama-se vínculo.
Certa vez, Buda explicou a seus discípulos a doutrina de causa e efeito, e eles disseram que a viam e a compreendiam claramente.
Então disse:
— Ó bhikkhus, esse ensinamento, que compreendeis de uma maneira tão pura e clara, se vos apegais a de e o guardais como a um tesouro, então não compreendeis que o ensinamento é semelhante a uma jangada que é feita para um determinado fim, e não para ser continuamente carregada às costas.
E, assim, deu o seguinte exemplo:
— Um homem, viajando, chega à margem perigosa e assustadora de um rio de vasta extensão de água. Então vê que a outra margem é segura e livre de perigo. Pensa: "Esta extensão de água é vasta e esta margem é perigosa, aquela é segura e livre de perigo. Não há embarcação nem ponte com que eu possa atravessar. Acho que seria bom juntar troncos, ramos e folhas e fazer uma jangada com a qual, impulsionada por minhas mãos e meus pés, passe com segurança à outra margem." Então esse homem executa o que imagina, utilizando-se de suas mãos e seus pés, e passa para a margem oposta sem perigo. Tendo alcançado a margem oposta, ele pensa: "Esta jangada me foi muito útil e me permitiu chegar a esta margem. Seria bom carregá-la à cabeça ou às costas onde quer que eu vá."
— Que pensais, bhikkhus? Procedendo dessa forma, esse homem agiria adequadamente em relação à jangada?
— Não, Senhor! — responderam os bhikkhus.
— Como agiria ele adequadamente em relação à jangada? Tendo atravessado para a outra margem, esse homem deveria pensar: "Esta jangada me foi de grande auxilio e graças a ela cheguei com segurança; agora seria bom que eu a abandonasse à sua sorte e seguisse o meu caminho livremente."
Assim, lembrou aos monges, contra um dogmatismo excessivo: "A doutrina se assemelha à jangada; deve ser considerada não como um fim, mas como um meio; da mesma forma, a jangada é um meio para atravessar, mas não para se apegar." (Majjhima-Nikaya)
Com esta parábola ficou claro que Gautama Buda era um instrutor prático; só ensinava o que era útil e o que poderia trazer paz e felicidade ao homem, não dando atenção à especulação intelectual. Achava indispensável ter um ponto de vista não egocêntrico e impessoal, único capaz, aos seus olhos, de amenizar os inevitáveis sofrimentos da vida.
Por que palavras?
Um monge aproximou-se de seu mestre - que se encontrava em meditação no pátio do Templo à luz da lua - com uma grande dúvida:
"Mestre, aprendi que confiar nas palavras é ilusório; e diante das palavras, o verdadeiro sentido surge através do silêncio. Mas vejo que os Sutras e as recitações são feitas de palavras; que o ensinamento é transmitido pela voz. Se o Dharma está além dos termos, porque os termos são usados para defini-lo?"
O velho sábio respondeu: "As palavras são como um dedo apontando para a Lua; cuida de saber olhar para a Lua, não se preocupe com o dedo que a aponta."
O monge replicou: "Mas eu não poderia olhar a Lua, sem precisar que algum dedo alheio a indique?"
"Poderia," confirmou o mestre, "e assim tu o farás, pois ninguém mais pode olhar a lua por ti. As palavras são como bolhas de sabão: frágeis e inconsistentes, desaparecem quando em contato prolongado com o ar. A Lua está e sempre esteve à vista. O Dharma é eterno e completamente revelado. As palavras não podem revelar o que já está revelado desde o Primeiro Princípio."
"Então," o monge perguntou, "por que os homens precisam que lhes seja revelado o que já é de seu conhecimento?"
"Porque," completou o sábio, "da mesma forma que ver a Lua todas as noites faz com que os homens se esqueçam dela pelo simples costume de aceitar sua existência como fato consumado, assim também os homens não confiam na Verdade já revelada pelo simples fato dela se manifestar em todas as coisas, sem distinção. Desta forma, as palavras são um subterfúgio, um adorno para embelezar e atrair nossa atenção. E como qualquer adorno, pode ser valorizado mais do que é necessário."
O mestre ficou em silêncio durante muito tempo. Então, de súbito, simplesmente apontou para a lua.
Conto Zen
Um monge aproximou-se de seu mestre - que se encontrava em meditação no pátio do Templo à luz da lua - com uma grande dúvida:
"Mestre, aprendi que confiar nas palavras é ilusório; e diante das palavras, o verdadeiro sentido surge através do silêncio. Mas vejo que os Sutras e as recitações são feitas de palavras; que o ensinamento é transmitido pela voz. Se o Dharma está além dos termos, porque os termos são usados para defini-lo?"
O velho sábio respondeu: "As palavras são como um dedo apontando para a Lua; cuida de saber olhar para a Lua, não se preocupe com o dedo que a aponta."
O monge replicou: "Mas eu não poderia olhar a Lua, sem precisar que algum dedo alheio a indique?"
"Poderia," confirmou o mestre, "e assim tu o farás, pois ninguém mais pode olhar a lua por ti. As palavras são como bolhas de sabão: frágeis e inconsistentes, desaparecem quando em contato prolongado com o ar. A Lua está e sempre esteve à vista. O Dharma é eterno e completamente revelado. As palavras não podem revelar o que já está revelado desde o Primeiro Princípio."
"Então," o monge perguntou, "por que os homens precisam que lhes seja revelado o que já é de seu conhecimento?"
"Porque," completou o sábio, "da mesma forma que ver a Lua todas as noites faz com que os homens se esqueçam dela pelo simples costume de aceitar sua existência como fato consumado, assim também os homens não confiam na Verdade já revelada pelo simples fato dela se manifestar em todas as coisas, sem distinção. Desta forma, as palavras são um subterfúgio, um adorno para embelezar e atrair nossa atenção. E como qualquer adorno, pode ser valorizado mais do que é necessário."
O mestre ficou em silêncio durante muito tempo. Então, de súbito, simplesmente apontou para a lua.
Conto Zen
CONDICIONAMENTO
A personalidade é aquilo que lhe é dado pela sociedade, pela cultura, pela civilização, pela educação; em outras palavras, pelos outros - as pessoas dão suas opiniões sobre você e você coleciona essas opiniões. Essas opiniões criam a sua personalidade
Você não sabe exatamente quem é porque, para saber, você precisa mergulhar fundo dentro de si mesmo; atravessando todo o lixo acumulado em nome da personalidade.
O que você sabe sobre si mesmo é a sua personalidade. Sabe que tem um nome - mas tem consciencia que veio ao mundo sem nome? Você recebeu certa educação - mas você não nasceu médico, engenheiro ou advogado. Seus títulos, seu nome, sua fama... tudo isso foi acrescentado à você.
Mas isso é o que você é. Pensando em você, se todas essas coisas lhe forem tiradas, o que você vai ser? Apenas um zero... uma lousa em branco, com toda a escrita apagada. Sua personalidade é tudo o que você sabe sobre si mesmo - estou colocando de maneira absolutamente simples, para que você fique atento - e a sua individualidade é aquilo que você não sabe, mas você é.
A meditação é um esforço para livrar-se da personalidade e alcançar as fontes - a sua individualidade, a sua chama - o que você tinha antes mesmo de entrar no ventre materno. Você tem uma individualidade desde a eternidade. É a sua consciencia essencial, coberta de tantas camadas, de tantas vidas que se perdeu completamente, e você esqueceu como recuperá-la.
E não há outra madeira, a não ser meditar, que você vai descobrir a sua individualidade.
OSHO - O TARÔ ZEN
A personalidade é aquilo que lhe é dado pela sociedade, pela cultura, pela civilização, pela educação; em outras palavras, pelos outros - as pessoas dão suas opiniões sobre você e você coleciona essas opiniões. Essas opiniões criam a sua personalidade
Você não sabe exatamente quem é porque, para saber, você precisa mergulhar fundo dentro de si mesmo; atravessando todo o lixo acumulado em nome da personalidade.
O que você sabe sobre si mesmo é a sua personalidade. Sabe que tem um nome - mas tem consciencia que veio ao mundo sem nome? Você recebeu certa educação - mas você não nasceu médico, engenheiro ou advogado. Seus títulos, seu nome, sua fama... tudo isso foi acrescentado à você.
Mas isso é o que você é. Pensando em você, se todas essas coisas lhe forem tiradas, o que você vai ser? Apenas um zero... uma lousa em branco, com toda a escrita apagada. Sua personalidade é tudo o que você sabe sobre si mesmo - estou colocando de maneira absolutamente simples, para que você fique atento - e a sua individualidade é aquilo que você não sabe, mas você é.
A meditação é um esforço para livrar-se da personalidade e alcançar as fontes - a sua individualidade, a sua chama - o que você tinha antes mesmo de entrar no ventre materno. Você tem uma individualidade desde a eternidade. É a sua consciencia essencial, coberta de tantas camadas, de tantas vidas que se perdeu completamente, e você esqueceu como recuperá-la.
E não há outra madeira, a não ser meditar, que você vai descobrir a sua individualidade.
OSHO - O TARÔ ZEN
26.12.09

PAUL ARDEN
1. Não espere pela próxima oportunidade. O job que você tem nas mãos é a oportunidade.
2. Soluções de sucesso geralmente vêm de pessoas que se rebelam contra briefings mal-passados.
3. Nunca deixe o seu brilhantismo esconder a comunicação.
4. 90% da inspiração para a propaganda vem da propaganda. Todas as agências possuem os mesmos anuários. Para ser original, busque a sua inspiração em lugares inesperados.
5. A definição mais popular de criatividade é que ela tem a ver com a arte. Isto não faz o menor sentido. Criatividade é imaginação. E a imaginação pertence a todos.
6. Se você está envolvido em algo que deu errado, nunca culpe os outros. Culpe você mesmo. Se você aceitar a responsabilidade, vai estar pronto para fazer algo a respeito.
7. Nunca esconda as suas idéias. Compartilhe tudo o que você tem e mais idéias aparecerão para você.
8. Às vezes, estar certo é como caminhar para trás. Só mostra por onde você andou. Estar errado não está no passado, nem no futuro. Estar errado é estar aqui.
9. O vilão não é sempre o cliente e muitas vezes é o layout da moda. É a moda que dita o layout. Seja demodé: corra riscos. Seja como Stravinsky, que disse: “Eu não escrevo música. Eu invento música.”
10. Fornecedores serão sempre tão bons quanto você
2.12.09
Todos temos histórias tristes para contar! E daí?
por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br
Todos, efetivamente todos temos histórias tristes para contar...Torna-se vencedor, feliz e próspero aquele que aprende com as adversidades e corrige sua vibração para manifestar abundância e paz.
Não existe sequer uma pessoa que não tenha uma história de vida recheada de situações difíceis, desilusões, crises, perdas e sofrimentos. Não é nada difícil entrevistar dez pessoas e todas elas apresentarem listas intermináveis de situações traumáticas. O que transforma as pessoas é a importância que elas dão para os fatos traumáticos e os aprendizados que elas extraem de cada situação.O vencedor, ou seja, a pessoa de sucesso, abundância e próspera já descobriu o segredo dessas conquistas, o ingrediente ideal para manifestar o que deseja.
Todas as pessoas saudáveis, mesmo que de forma inconsciente, já assimilaram esse estilo de ser e pensar.Não há como negar que o sofrimento sempre vem em reação à vibração que você está. Quando ele ocorre ciclicamente significa que você continua na sintonia errada. O sofredor convicto é alguém que, mesmo sem perceber, está viciado nessa frequência de acontecimentos negativos.
Por sua vez, o vencedor é aquele que, assim que observa uma manifestação negativa em sua vida, faz mudanças e ajusta o foco, porque identifica que sua conduta em algum momento foi inadequada, o que, por equívocos, acabou aproximando para sua experiência situações ruins. Ele sabe de sua responsabilidade.
Veja o sofredor: É uma vítima. O governo foi o culpado pelo seu infortúnio - o chefe não reconhece suas habilidades - a esposa não o ama como ele merece - seus vizinhos não são agradáveis como ele queria - seu corpo não é saudável como ele sonhara - a cidade que mora não é nem "de longe" parecida com a que ele gostaria.Vemos todos os dias pessoas como essa, reclamando, questionando, pensando nos erros. Pessoas frustradas com suas vidas insistem em se questionar mentalmente:
O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que está fazendo de errado?
Ainda pergunta! É isso que está fazendo de errado...
Esse autoquestionamento sem nexo. Essa dedicação intensa a tudo o que ele não quer. É isso que ele faz de errado...Sua lição de casa deveria ser imaginar-se constantemente feliz, próspero, com a casa dos seus sonhos, na cidade desejada. Ele deveria mergulhar na sua visão de vida ideal. Deveria imaginar-se em um corpo saudável, em uma vida leve, próspera, abundante e feliz. Ele precisaria sentir essa vibração, transmutando por completo a antiga sintonia da vitimização e da lamentação. Mas não, ele se concentra nos desgostos, e, por conseqüência, alimenta mais essas ocorrências.
É claro que o sofredor tem motivos reais, contudo, para manter esse sofrimento na sua alma, pois é uma decisão que só cabe à pessoa. Você pode estar me chamando de insensível, coração de pedra ou algo parecido. Pois não sou! E lhe afirmo: se você pensa assim, está sintonizado na mágoa, e vai atrair mais e mais situações que lhe provoque tal sentimento. Conscientize-se definitivamente: não sou eu nem qualquer pessoa ou situação externa que lhe magoa, porque a mágoa é sua própria vibração.
Assim sendo, você está ciclicamente atraindo situações de mágoa (ou qualquer outro sentimento) para sua vida. O que estou querendo é justamente que você saia desse círculo vicioso, torne-se forte emocionalmente e deixe a lamentação de lado.Sim, eu sei que você deve estar pensando: "Não é simples assim porque eu perdi meu filho em um acidente". Ou "perdi minha mãe e meu pai no mesmo dia". Ou também pode ter acontecido a maior das desgraças em sua vida, que daria o filme mais triste do ano...
Sim, tudo isso é possível, tudo isso é muito doloroso! Mas eu lhe pergunto: Você quer mais sofrimento para sua vida ainda? Quer mais escassez ainda? Quer mais conflitos ainda? Quer mais relacionamentos superficiais ainda? Quer mais falta de confiança ainda? Quer mais falta de energia ainda? Quer ficar sentindo-se mais abandonado e rejeitado ainda? Quer ficar dizendo todas as desgraças da sua vida, competindo para provar que suas tristezas são maiores que as de todo o mundo? Acho que não!
Nessa competição não há nenhum bom prêmio para o primeiro lugar. A única corrida que devemos participar nesse sentido é a de querer ser uma pessoa melhor a cada dia, através de um saudável movimento interno de querer melhorar-se a cada dia. Liberte-se, pare de se lamentar, pare de chorar, pare de "alugar" os ouvidos alheios com suas reclamações... Pare de cansar seu anjo da guarda com tanta ingratidão...
Deixe de ser cego para as verdades divinas e faça sua parte... Pare de transferir sua responsabilidade, já chega, não tem mais desculpas!Se você quer ser triste, chateado, depressivo, afundado em dívidas, que seja! Mas tenha consciência de que a responsabilidade é só sua e de mais ninguém.
Vai discordar de tudo isso? Me condenar, me criticar? Tudo bem, mas pense se você realmente quer continuar nessa e rejeitar tudo que leu, ou se quer morder o orgulho, assumir seus papéis e manifestar uma realidade de vida exemplar para todo o mundo?Está contigo!
Da minha parte, coloco todo o meu desejo que você dê um salto de qualidade na sua vida!Reflita.
Conheça o Luz da Serra www.luzdaserra.com.br
por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br
Todos, efetivamente todos temos histórias tristes para contar...Torna-se vencedor, feliz e próspero aquele que aprende com as adversidades e corrige sua vibração para manifestar abundância e paz.
Não existe sequer uma pessoa que não tenha uma história de vida recheada de situações difíceis, desilusões, crises, perdas e sofrimentos. Não é nada difícil entrevistar dez pessoas e todas elas apresentarem listas intermináveis de situações traumáticas. O que transforma as pessoas é a importância que elas dão para os fatos traumáticos e os aprendizados que elas extraem de cada situação.O vencedor, ou seja, a pessoa de sucesso, abundância e próspera já descobriu o segredo dessas conquistas, o ingrediente ideal para manifestar o que deseja.
Todas as pessoas saudáveis, mesmo que de forma inconsciente, já assimilaram esse estilo de ser e pensar.Não há como negar que o sofrimento sempre vem em reação à vibração que você está. Quando ele ocorre ciclicamente significa que você continua na sintonia errada. O sofredor convicto é alguém que, mesmo sem perceber, está viciado nessa frequência de acontecimentos negativos.
Por sua vez, o vencedor é aquele que, assim que observa uma manifestação negativa em sua vida, faz mudanças e ajusta o foco, porque identifica que sua conduta em algum momento foi inadequada, o que, por equívocos, acabou aproximando para sua experiência situações ruins. Ele sabe de sua responsabilidade.
Veja o sofredor: É uma vítima. O governo foi o culpado pelo seu infortúnio - o chefe não reconhece suas habilidades - a esposa não o ama como ele merece - seus vizinhos não são agradáveis como ele queria - seu corpo não é saudável como ele sonhara - a cidade que mora não é nem "de longe" parecida com a que ele gostaria.Vemos todos os dias pessoas como essa, reclamando, questionando, pensando nos erros. Pessoas frustradas com suas vidas insistem em se questionar mentalmente:
O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que está fazendo de errado?
Ainda pergunta! É isso que está fazendo de errado...
Esse autoquestionamento sem nexo. Essa dedicação intensa a tudo o que ele não quer. É isso que ele faz de errado...Sua lição de casa deveria ser imaginar-se constantemente feliz, próspero, com a casa dos seus sonhos, na cidade desejada. Ele deveria mergulhar na sua visão de vida ideal. Deveria imaginar-se em um corpo saudável, em uma vida leve, próspera, abundante e feliz. Ele precisaria sentir essa vibração, transmutando por completo a antiga sintonia da vitimização e da lamentação. Mas não, ele se concentra nos desgostos, e, por conseqüência, alimenta mais essas ocorrências.
É claro que o sofredor tem motivos reais, contudo, para manter esse sofrimento na sua alma, pois é uma decisão que só cabe à pessoa. Você pode estar me chamando de insensível, coração de pedra ou algo parecido. Pois não sou! E lhe afirmo: se você pensa assim, está sintonizado na mágoa, e vai atrair mais e mais situações que lhe provoque tal sentimento. Conscientize-se definitivamente: não sou eu nem qualquer pessoa ou situação externa que lhe magoa, porque a mágoa é sua própria vibração.
Assim sendo, você está ciclicamente atraindo situações de mágoa (ou qualquer outro sentimento) para sua vida. O que estou querendo é justamente que você saia desse círculo vicioso, torne-se forte emocionalmente e deixe a lamentação de lado.Sim, eu sei que você deve estar pensando: "Não é simples assim porque eu perdi meu filho em um acidente". Ou "perdi minha mãe e meu pai no mesmo dia". Ou também pode ter acontecido a maior das desgraças em sua vida, que daria o filme mais triste do ano...
Sim, tudo isso é possível, tudo isso é muito doloroso! Mas eu lhe pergunto: Você quer mais sofrimento para sua vida ainda? Quer mais escassez ainda? Quer mais conflitos ainda? Quer mais relacionamentos superficiais ainda? Quer mais falta de confiança ainda? Quer mais falta de energia ainda? Quer ficar sentindo-se mais abandonado e rejeitado ainda? Quer ficar dizendo todas as desgraças da sua vida, competindo para provar que suas tristezas são maiores que as de todo o mundo? Acho que não!
Nessa competição não há nenhum bom prêmio para o primeiro lugar. A única corrida que devemos participar nesse sentido é a de querer ser uma pessoa melhor a cada dia, através de um saudável movimento interno de querer melhorar-se a cada dia. Liberte-se, pare de se lamentar, pare de chorar, pare de "alugar" os ouvidos alheios com suas reclamações... Pare de cansar seu anjo da guarda com tanta ingratidão...
Deixe de ser cego para as verdades divinas e faça sua parte... Pare de transferir sua responsabilidade, já chega, não tem mais desculpas!Se você quer ser triste, chateado, depressivo, afundado em dívidas, que seja! Mas tenha consciência de que a responsabilidade é só sua e de mais ninguém.
Vai discordar de tudo isso? Me condenar, me criticar? Tudo bem, mas pense se você realmente quer continuar nessa e rejeitar tudo que leu, ou se quer morder o orgulho, assumir seus papéis e manifestar uma realidade de vida exemplar para todo o mundo?Está contigo!
Da minha parte, coloco todo o meu desejo que você dê um salto de qualidade na sua vida!Reflita.
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